Love.
Um litro de Pepsi Light e meio super pacote de pipoca fizeram com que eu não chorasse feito uma boba vendo Sex and the City. A cada cena que eu sentia meu lado piegas aflorando, sluuuuuuuuuuuurp no canudinho. Fui sozinha, e, após a sessão, invariavelmente fiz o óbvio: liguei para minhas amigas dizendo quanto eu as amo.
Salvando as justas concessões na adaptação do filme, que sabia que não iria ter a malícia própria da série da HBO, gostei do filme por argumentos meramente subjetivos - nada de analisar roteiro, fotografia, direção. Fiz algo que não procedia há muito tempo: deixei-me levar pela emoção de ver na telona os quatro ícones que me deliciaram por tantas temporadas.
E curti, em uma sessão cheia porém calma, todos os ooooohs em coro quando Carrie vê pela primeira vez o novo apartamento que comprará com Mr. Big; com as discretas fungadas na cena da noite de Ano Novo.
Devidamente munida da necessárie promocional do filme, que ganhei ao adquirir o combo de um galão de refri + pipoquinhas, desci as escadas do shopping decidida, e, num arroubo, adquiri uma nova bolsa.
Carrie Bradshaw conseguiu.
Beijos e paz,
Alice in Wonderland
